Cada um tem um segredo e, aquele que não tem ainda, vive em busca de
um.
Como educar
nossos filhos? Ate onde eles
estão sendo mimados, desrespeitosos, desafiadores?
Ou, simplesmente estão sendo crianças? Qual método é valido: castigar, conversar, deixar fazer, deixar falar?
Como saber qual é “a coisa certa” a ser feita se tratando da educação de um filho, se tratando da formação de um ser humano?
Quantas questões que invadem e crucificam a maioria dos pais e mães!
Um caso:
“Meu filho esta na fase de pintar as paredes com canetinha, eu deixo,
porque a parede depois eu posso pintar, de qualquer forma um dia terei que
pintar a parede mesmo”
A questão é:
A). Está certo, temos que deixar a criança extravasar seu lado “artístico” afinal, parede é só pintar novamente, estamos falando de uma criança que esta começando sua vida agora e quer experimentar e conhecer o mundo.
B). Não é certo, impor limites faz parte do entendimento de que nem
tudo é licito e permissível, ensinando que não pode pintar as paredes (mesmo
que depois eu possa pintá-las) é mostrar a meu filho que há limites, e existem
brincadeiras que ele pode fazer sem ser “estragando a pintura da parede”, tipo,
pintar e desenhar com canetinha em um papel ou caderno.
Então entramos em um dilema: Qual postura está certa e qual está
errada?
Vou me pronunciar, talvez você não concorde comigo e, claro, fique a
vontade para expor seu pensamento.Impor limites a um criancinha é positivo tanto para a criança como para os pais. Primeiramente estamos preparando nosso filho para o mundo, não é mesmo? É essa nossa função! Cuida-los, educa-los e prepara-los para serem seres humanos adultos dignos, portanto, acredito que a opção “B” seja a mais adequada.
Por experiência própria, educar filhos nos anos “doismil’s”, tempos de
computador, e-mail, telefones celulares, ipad, ipod, babás, TV por assinatura
com 200 milhões de canais, TV 3D, redes sociais, Google, DVD, Pendrive,
Bluetooth, Celulares com GPS, câmera fotográfica, filmadora, etc., etc., é bem
mais difícil do que antes quando a maior diversão era bater bola no campinho ao
lado, e para as meninas, juntar com as amigas e ver qual bonequinha estava mais
bonita.
Por quê?
Simples, as crianças de antes, ou seja, nós, não éramos bombardeados
com tantas informações, nossa ocupação era sermos crianças normais, éramos
socializados e, não por isso deixamos de tornar-nos adultos com habilidades e
bem sucedidos em aquilo que escolhemos para nós, respeitávamos muito mais,
achávamos que a professora era o ser mais inteligente da faz da Terra, a vovó
era uma velinha bonitinha que nos dava balinha e fazia pudim de chocolate e nós
amávamos muito e adorávamos ir visita-la.
Já com nossas crianças,
sinceramente, fico preocupada, talvez não com o 2013 ainda, mas sim com o 2023.
Sim, sou mãe e penso no futuro da minha filha, imagino como será daqui a 10
anos, sendo que hoje aos 5 anos, sem ter ensinado, só pelos simples ato da
observação, sabe entrar na internet, ligar todos os aparelhos eletroeletrônicos
da casa, sabe “jogar joguinho” no celular, tem expressões ou opiniões que não
condizem com a idade. Limitar para mim foi uma solução! Porque a amo e quero
que seja uma criança agora com um desenvolvimento adequado, nada de pular
etapas. Cada fase seu encanto!
Assim ensinando a ela que, nosso limite vai até onde começa o limite do
próximo e, respeitar isso é muito digno!
Deixo uma fotinho engraçadinha...
Beijão e obrigada pela visita ;)
Vanesa.vanesa@anjostore.com.br










